Notícias: Não corra riscos! Ensaios à Qualidade do Ar Interior (QAI)

A preocupação com a Qualidade do Ar Interior (QAI) em edifícios advém do facto de, hoje em dia, as pessoas passarem cada vez mais tempo dentro de edifícios (residências, escritórios, escolas, etc.), ficando expostas à ação de uma variedade de poluentes existentes, estando estes relacionados essencialmente com os materiais usados na sua construção e manutenção, com os sistemas AVAC, com os ocupantes e com a qualidade do ar exterior.

Uma reduzida QAI pode ter consequências graves ao nível de efeitos sobre a saúde, nomeadamente ao nível de doenças respiratórias e de pele, alergias e doenças crónicas. Para além disso, pode afetar também os padrões de comportamento dos ocupantes com reflexos significativos no bem-estar e na produtividade dos mesmos. O controlo da QAI no interior dos edifícios é sem dúvida, um problema de saúde pública que importa solucionar, em benefício das pessoas.

Segundo o Decreto-Lei n.º 118/2013 de 20 de Agosto, no que respeita à política de qualidade do ar interior, considera-se da maior relevância a manutenção dos valores mínimos de caudal de ar novo por espaço e dos limiares de proteção para as concentrações de poluentes do ar interior (monóxido de carbono, dióxido de carbono, compostos orgânicos voláteis, formaldeído, partículas em suspensão, radão, bactérias, fungos e Legionella spp) de forma a salvaguardar os mesmos níveis de proteção de saúde e de bem-estar dos ocupantes dos edifícios. Torna-se assim necessário proceder ao controlo das fontes de poluição e à adoção de medidas preventivas, tanto ao nível da conceção dos edifícios, como do seu funcionamento, de forma a cumprir os requisitos legais para a redução de possíveis riscos para a saúde pública. A fiscalização dos limiares de proteção e condições de referência dos poluentes fica a cargo do IGAMAOT (Inspeção Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território).

No âmbito do referido Decreto-Lei, o Laboratório da XZ Consultores, S.A. está habilitado para a avaliação dos poluentes do ar interior, em edifícios e na indústria, nomeadamente:

  • Compostos orgânicos voláteis totais
  • Formaldeído
  • Partículas em suspensão (PM10 e PM2,5)
  • Dióxido de carbono
  • Monóxido de carbono
  • Temperatura, humidade relativa e velocidade do ar
  • Ozono
  • Radão
  • Fungos
  • Bactérias
  • Legionella spp

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